APAE DE IELMO MARINHO, SEM APOIO DA PREFEITURA, CORRE RISCO DE FECHAR NO PRIMEIRO ANO DE EXISTÊNCIA
A situação da APAE de Ielmo Marinho tem gerado revolta entre mães de crianças atípicas do município, pelo menos entre as mães que nao tem vinculo político adminstrativo com o prefeito. Segundo denúncia feita, o espaço onde a instituição funciona é mantido exclusivamente com recursos pagos pelas próprias mães, que estariam arcando com o aluguel do prédio, estimado em cerca de R$ 400 mensais
De acordo com o relato de uma mãe de criança excepcional, nunca houve, de fato, funcionamento da APAE no município. Ela afirma que nenhum atendimento especializado foi realizado, não ocorreram encontros de socialização, oficinas terapêuticas ou qualquer atividade voltada ao desenvolvimento das crianças assistidas. A denúncia também aponta que medicações não estão chegando de forma regular, agravando ainda mais a situação das famílias.
Ainda segundo a denunciante, a Prefeitura de Ielmo Marinho não tem colaborado de nenhuma maneira com a APAE, seja com apoio financeiro, estrutura, profissionais ou insumos básicos. O prédio atual, além de improvisado, não oferece condições adequadas para o atendimento de crianças com deficiência ou necessidades específicas.
No ano passado, o deputado federal General Girão destinou uma emenda parlamentar de R$ 900 mil para a saúde do município, sendo que, desse total, foi feito um acordo para que R$ 500 mil fossem usados com recursos próprios da prefeitura, já que não podia gastar da saúde, para a construção da sede da APAE. No entanto, conforme a denúncia, até o momento não foi cumprido o acordo e a obra nunca saiu do papel.
Enquanto isso, mães e crianças seguem desassistidas, sem um local adequado para acompanhamento, estímulo e desenvolvimento de seus filhos.
A situação expõe uma grave lacuna na política de inclusão e cuidado com pessoas com deficiência em Ielmo Marinho
Enquanto isso, a presidente da APAE de ielmo marinho, Karina Medina, que é suplente de vereadora, aliada politica do atual prefeito e ocupante de cargo comissionado e com algumas indicações dela na prefeitura, divulga uma nota de repúdio contra as acusações defendendo a prefeitura como apoiadora da instituição mais sem mostrar uma nota , nem ao menos um tijolo que a prefeitura tenha dado para iniciar a obra ou ajudado no aluguel da atual sede. Pelo contrário, até denúncia da prefeitura de não ter comprado remédios não padronizados pelo Ministério da saúde para crianças atipicas, foram feitas pelas mães.
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| PRÉDIO DA APAE, ALUGADO, SITUADO NA RUA POTENGI, COM ALUGUEL PAGO PELAS PRÓPRIAS MÃES |

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